Empresas

“Não há pelotões fracos, apenas líderes fracos.” William Crech, general americano. Líderes precisam ser lapidados para que possam motivar seus empregados. Colaboradores motivados geram maior custo/benefício à empresa consequentemente aumentam a lucratividade.

Jaimes C. Hunter, escritor do livro “O Monge e o Executivo” menciona que “liderança é a capacidade de influenciar os outros para o bem.” Um funcionário que se sente valorizado e cuidado, também na sua vida pessoal, corresponderá da mesma forma para com a empresa. Devido a isso Adriana oferece palestras para os funcionários buscando o crescimento da pessoa no seu todo.

Os treinamentos podem ser realizados em um ou mais dias. Sugere-se que os próprios funcionários escolham o tema que mais se faça necessário no contexto da empresa.

A proposta de um novo agir dentro da economia

Conhecendo os princípios da Economia de Comunhão (EdC) verifica-se como uma inovadora e fantástica proposta para empresários que querem fazer diferença na humanidade. Tal proposta empresarial tem como foco a pessoa humana, seja este o próprio funcionário, o cliente ou o concorrente. O lucro será destinado com igual atenção para o desenvolvimento da empresa, para pessoas em dificuldade econômica e para a difusão desta cultura.

Tendo conhecido empresas que aderem a este projeto é notório como o clima organizacional apresenta algo peculiar. Esse clima que parte do empresário, contagia toda equipe de trabalho e é perceptível a satisfação em fazer parte dessa empresa.

Muitos estudantes de Economia, e de Administração de Empresas se interessaram pela EdC e já foram recolhidas muitas teses a respeito, nas quais aboradam o tema sob os mais variados ângulos e abrangem diversos âmbitos de estudo. Atualmente, as teses registradas são mais de 240, em 12 línguas e de 26 países diferentes. 180 delas estão disponíveis no site http://www.edc-online.org/br

A Economia de Comunhão teve origem em 1991, aqui no Brasil, mas em pouco tempo muitas empresas aderiram ao projeto. Um sonho? Certamente uma meta alta, mas que já envolveu, neste pouco tempo de sua história, 740 empresas não somente no Brasil, mas em muitos países das Américas, na Europa, na Ásia, na África, na Austrália, transformando seu estilo de gestão empresarial e redefinindo o sentido e o direcionamento dos lucros.

Os “Pólos Produtivos (ou industriais) fazem parte dos elementos básicos que compõe a primeira intuição da EdC. São concebidos como um laboratório visível e ponto de referência ideal e operativa também para as outras empresas do projeto”.

Igino Giordani – Deputado italiano, personalidade de vasta experiência cultural, social e política, pai de família, escritor e jornalista, um dos precursores da EdC diz que “a crise do nosso tempo se deve a muitos motivos, que podem se resumir em um: penúria de amor. A liberdade não está em fazer o que se quer: está em fazer o bem. É ser livre do mal, para fazer o bem.”

 

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