Grupos Religiosos

Palestras dirigidas a padres, religiosos, líderes religiosos e catequistas:

Há uma crise em todas as direções: relativização dos valores, perda do sentido da vida, conflito entre as gerações, crise da ética, da moral, enfim, como o historiador Sir Arnold Toynbee definiu: uma “cisão da alma”. Toynbee ainda nos relata que “esta ‘ruptura da alma’ tem certas características: uma sensação de abandono, uma acomodação que aceita sem relutar, desaparece o idealismo (fugindo para o mundo virtual) e o sentimento de culpa que provém do próprio abandono moral”.

Percebo que o relativismo, presente nos tempos de hoje, faz parte deste momento de transição entre uma velha sociedade que ainda não morreu e de uma nova sociedade que ainda não nasceu.

O Papa João Paulo II faz um paralelo entre a “noite escura” de São João da Cruz e as trevas do nosso tempo.

Giuseppe Maria Zanghi – estudioso italiano, diretor da revista cultural “NuovaUmanità” – ao falar sobre a “Noite Coletiva e Cultural” intui que neste mundo no qual o homem se tornou auto-suficiente e abandonou o Pai perdeu referencial da sua identidade de filho. Ficou órfão, perdendo o conceito da autoridade. Isso se reflete no seu papel de pai, na família; de líder, na empresa; de agente modificador da sociedade, na política e como educador, na escola.

Ora, se a “noite escura” emerge dessa ruptura da alma, portanto da ruptura da criatura com o seu Criador, entende-se que a solução é novamente entregar-se ao Pai: “Em tuas mãos entrego o meu espírito”. E nisto Jesus, é para cada homem, O modelo, como diz Chiara Lubich.

Urge a formação de líderes da Igreja católica, casais, adolescentes, com o intuito de vislumbrar esta “nova civilização” que já começa a surgir.

 

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